quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Capitulo 25

5



(Carla)

Estávamos todos bastante ansiosos para saber como é que correria a conversa entre o Harry e a Vera. O ambiente estava um bocado estranho mas depressa deixou de estar quando o Louis decidiu armar-se em brincalhão e pôs a malta toda a rir. Não me lembro de rir tanto com um rapaz desde sempre, até me doía a barriga de tanto controlar o riso. As piadas dele iam em foco para a Matilde e para o Liam que não se largavam, estavam constantemente aos beijos. Conhecendo a Matilde como a conheço, o Liam devia ser um caso raro da natureza pois nunca a tinha visto assim tão agarrada a um rapaz. Para a picar também decidi mandar-lhe com uma almofada para o sofá aonde se encontravam sentados.

Carla – Por amor há santa, arranjem um quarto meninos! Há aqui uma pessoa que ainda é menor de idade ó porca!   

Matie – Sou eu ó estupida! A Vera está lá em cima… - retribuindo o mesmo gesto que tinha feito, mandando-me com a almofada

Carla – Não me digas que ainda não tens dezoito anos? – ironizei – Juro que não sabia! Mas vê lá o que andas a fazer, há coisas que ainda não são próprias para a tua idade.

Matie – Ahah! Está descansada que eu não me escandalizo…

Louis – Mas vais-te escandalizar quando vires o Liam na intimidade…

Matie – E quem te disse que já não o vi?!

Louis – UI! Esqueçam…não quero saber pormenores desses!

Filipa – Realmente, que imagem!

Joana – Isso! Deixem isso para os vossos momentos a SÓS! E não comentem…

Matie – Vocês é que começaram….não tenho culpa!

Eles continuaram a discutir até que recebi uma mensagem, era do meu irmão mais velho.

De: Mano P
Olá feia! Como vão as férias sem mim? Deprimentes, calculo, sem a minha presença a tua vida é uma depressão! :P
Vai á internet e procura as capas das revistas de hoje, a Vera aparece nelas todas. :S dá um beijo há minha cunhada linda!
Xau feia e porta-te bem! Qualquer dia faço-te uma surpresa aí!

Carla – Oh Joana, qualquer dia eu esgano-te! – disse irritada com o facto do meu irmão nem me ter mandado um beijo.

Niall – O que é que ela fez? – a expressão do Niall foi tão espontânea e verdadeira que fez todos desatarem a rir enquanto a Joana corava

Joana – O que é que se passa? – perguntou depois de todos terem-se calado

Carla – O teu cunhado mandou-te beijos…

Joana – Ahaha! Deixa-me adivinhar, não te mandou para ti? O teu irmão é um máximo!

Niall – Tenham lá calma meninas! Como é que o irmão dela é teu cunhado?

Joana – Fácil, a minha mana namora com o irmão dela! Conheceram-se numa reunião da escola, imaginem só! O irmão dela é super querido ao contrário da Carla que é uma chata do pior!

Carla – Isso, elogia o meu irmão para o ego dele ficar ainda maior! Não és tu que o aturas, sou eu! – o meu irmão adorava chatear-me o juízo, toda a gente dizia que é normal os irmãos mais velhos chatearem os mais novos mas ele não o fazia ao meu irmão mais novo! Era só a mim!

Joana – É só até eles se casarem no Agosto, depois vão morar juntos!

Carla – Graças a Deus! Já não o suporto!

Louis – Casam-se este Verão?

Carla – Sim, se quiserem eu pergunto ao meu irmão se podem ir também. As meninas vão todas…

Zayn – Não sei se será boa ideia o Niall conhecer a futura família já! – se houvesse um buraco para se esconderem, a Joana e o Niall, tinham-no feito.

Joana – Querem parar com essa história? – ela levantou-se muito rapidamente – vou começar a preparar o jantar!

Carla – Espera! Ainda não contei tudo, mas preciso dum computador primeiro! – enquanto a Matilde foi buscar o computador ao quarto desce o Harry do quarto da Vera – Então?

Harry – O que querem saber?

Zayn – Tudo!

Harry – Ahah! Isso queriam vocês…

Louis – Queres que te dê um beijinho para falares é?

Harry – Deixa estar! Eu falo sem precisar das tuas demostrações de carinho!

Louis – Oh! Assim não gosto! – todos estávamos a rir quando o Harry interrompeu

Harry – Querem saber ou não? – respondemos todos que sim – Bem, pode-se dizer que se formou um novo casal no nosso grupo.

Filipa – Ah!! Não posso! A sério?

Harry – A minha cara deve dizer tudo não? – realmente ele tinha um sorriso de orelha a orelha. Estava mesmo feliz tanto por ele como por ela.

Matie – Agora experimenta magoar a minha Vera, não vives para contar a história!

Harry – Está descansada…eu prometo portar-me lindamente!

Louis – Eu não acredito nisto… - ele fingia que chorava o que me fazia rir – fui trocado por uma rapariga!

Harry – Ainda tenho um lugarzinho para ti especial no meu coração!

Enquanto todos facilitavam o relacionamento entre a Vera e o Harry, eu fui até ao computador que a Matilde tinha trazido e fui ver as capas das revistas de Portugal. Quando cheguei á capa que o meu irmão estava a falar quase que me dava uma coisinha má!

Carla – Pessoal, venham cá! – a Matilde foi a primeira a chegar e soltou um berro – vou ler em voz alta, é mais fácil!


Vera Machado de Lima foge do noivo para Londres!

Depois da notícia do noivado entre a herdeira Machado de Lima com o filho mais novo do magnata Gouveia ter sido confirmada pela família do noivo, eis que Vera decide fugir com as amigas para Londres sem Miguel. Fontes próximas da família Gouveia terão confirmado que nem Miguel nem a restante família sabia desta “escapadela” para Londres, “não tínhamos conhecimento que ela (Vera) estaria fora do país. Quando íamos tratar de alguns pormenores do casamento é que descobrimos que Vera não se encontrava no país”. A mesma fonte foi ainda mais longe, “foi de muito mau gosto ela não ter avisado sequer o Miguel, ele merecia saber!” Ao que tudo indica já estão a tratar do assunto para trazer de novo Vera para Portugal para os últimos preparativos do casamento a realizar-se, ao que podemos saber, em Setembro. Ainda não foi confirmado o dia mas existem indícios fortes que seja logo no início do mês. Por parte da família da noiva, não quiseram dar justificações sobre o desaparecimento da filha para Londres. Ainda não foram captadas imagens da jovem milionária em Londres pelo que não há confirmação de que esta ainda se encontre por terras de sua majestade. Mas uma coisa temos a certeza, parece haver muitas dúvidas sobre o amor entre eles!   


Matie – Eu juro que mato estes tipos! – ela deu um murro na mesa que me assustou – ai se aquela gente me aparecesse á frente já a minha mão estava marcada naquelas carinhas lindas!

Harry – Isto é mesmo verdade? – olhei para trás e o Harry estava mais branco que nunca. Estava em estado de choque!

Carla – Harry, infelizmente é verdade… - suspirei

Filipa – A Vera vai ficar destroçada…como é que eles tiveram coragem de contar para a imprensa o casamento e falar assim da vida dela? Aquela gente só pensa mesmo em dinheiro…

Joana – Ainda por cima dão a entender que a Vera é a má da fita, embora ache que o Miguel até não é como a restante família! Ele pareceu-me bastante porreiro…

Carla – Com aquela família nem que ele fosse feito de ouro, não me casaria! Já viste bem o que está aqui escrito? Parece que querem mesmo fazer-lhe mal!

Zayn – Vocês importam-se de nos explicar o que se passa? A Vera está noiva?!

Filipa – Eu explico! O pai da Vera, que é milionário, quer casa-la com o Miguel, que é filho de um milionário também, para bem dos negócios! Basicamente é esta a história!

Niall – Que cena mais bizarra!

Louis – Parece dum filme…

Matie – Alguém tem de lhe ir contar…

Harry – Eu conto! Afinal eu sou o namorado e esse tipo não vai casar com ela ou eu não me chamo Harry Styles!

Carla – Vai com calma sim?

Harry – Eu sei! Vou lá…

Aquela noticia era mesmo má demais para ser verdade. A primeira coisa que pensei depois do choque foi ver as horas e apercebi-me que se o pai dela quisesse vir cá busca-la tinha mais do que tempo para chegar.

Carla – Não vos quero alarmar nem nada mas a revista saiu de manhã e supondo, que o pai dela já sabia antes de ir para as bancas, o mais provável é ele aparecer aqui em casa! – quando acabei de falar a campainha tocou, parecia destino. A Matilde olhou para mim e eu levantei-me – eu vou lá! – assim que abri a porta o pior que podia acontecer há Vera aconteceu, o pai dela estava á porta – Boa tarde tio! – exclamei

Pai da Vera – Boa tarde, Carla! Como estás?

Carla – Muito bem, obrigada! – respirei fundo – então o que o traz por cá? Ouve algum problema grave, tio? – tinha por hábito chamar-lhe tio por iniciativa da parte dele, como passávamos bastante tempo em casa dela o pai dela preferiu assim.

Pai da Vera – Nada de mais! Posso entrar ou vou ficar á porta!

Carla – Que cabeça a minha…desculpe, tio! Entre, entre, esteja há vontade! – assim que ele entrou a cara delas mudou por completo e a presença de tantos rapazes não agradou em nada o pai da Vera

Pai da Vera – Boa tarde meninas, e…

Carla – São uns amigos nossos… - as meninas levantaram-se e foram cumprimenta-lo e os rapazes fizeram o mesmo – É o Zayn…o Liam…o Louis e o Niall! – dizia há medida que se iam levantado

Pai da Vera – Muito gosto! – ele fez uma pausa e continuou – já vi que estão atualizados – ao mesmo tempo que olhava para o portátil da Matilde – já devem saber porque estou aqui!

Carla – Pois, nós gostamos de estar sempre informados! Bem, eu gostaria de falar consigo sobre esse mesmo assunto, se pudesse ser…

Pai da Vera – O que vim fazer é exclusivamente dirigido á Vera. Onde é que ela está?

Carla – Desculpe voltar a insistir mas precisava mesmo de falar consigo…não perderá muito tempo asseguro-lhe!

Pai da Vera – Muito bem. Vamos falar…

Carla – Siga-me por favor! – levei-o até ao jardim e sentamo-nos na mesa que se encontrava num canto

Pai da Vera – Afinal do que quer falar?

Carla – É sobre a Vera e o casamento!

Pai da Vera – Carla, nós já falamos vezes sem conta sobre este assunto e a conversa acaba sempre da mesma maneira. Há casamento!

Carla – Mas já reparou bem nas capas das revistas? Eles estão a denegrir a imagem da Vera sem fundamento nenhum e por aquilo que a Vera me tinha dito, o casamento não era para ser anunciado na imprensa!

Pai da Vera – Isso são coisas que mudam. E quanto ás revistas, elas têm razão, nunca deveria ter permitido que a Vera tivesse vindo!

Carla – Ela está tão feliz aqui!

Pai da Vera – Estará melhor quando estiver lado a lado com o Miguel.

Carla – Desculpe-me a minha falta de delicadeza mas a sua filha não está, não esteve nem nunca estará feliz ao lado do Miguel. Ela não gosta dele e não quer passar o resto da vida com um casamento de fachada!

Pai da Vera – Eu também não me casei por amor e não morri. Por vezes temos de fazer sacrifícios para um bem maior!

Carla – E para isso é preciso hipotecar a felicidade da Vera? Se também não se casou por amor sabe muito bem o que a sua filha vai sofrer!

Pai da Vera – Eu amo a minha mulher, aprendi a ama-la ao longo dos anos e é isso que a Vera vai acabar por fazer.

Carla – Por favor, oiça-me…

Pai da Vera – Olhe Carla, sabe que gosto muito de si e admiro muito a sua maneira de ser, é muito diferente das raparigas da sua idade. Mas neste caso, está enganada e não há anda que possa fazer para o remediar!

Carla – A Vera gosta…

Pai da Vera – Ah…já estou a ver aonde é que queria chegar com esta conversa toda. Não me digas que ela tem namorado?

Carla – Sabe como são as coisas nestas idades…

Pai da Vera – Ela está comprometida! Quando é que ela percebe isso?

Carla – Por favor tio. Eu sei que gosta muito dela, não lhe faça isto…

Pai da Vera – Onde é que ela está?

Carla – Tio…

Pai da Vera – Diz-me imediatamente!

Carla – Está no quarto!

(Vera)

Estava-me a sentir cada vez mais fraca, devia ser da fome. Conseguia ouvir perfeitamente o meu estomago a roncar. A demora do Harry com a minha comida estava-me a deixar ansiosa. Encostei-me á cabeceira da cama à espera dele e passados alguns minutos ele entrou dentro do quarto sem a comida que lhe tinha pedido e com uma cara horrível.

Vera – Então amor? A minha comida?

Harry – Precisamos de falar… - ele sentou-se á minha frente e pegou na minha mão. Estava a achar aquele comportamento muito estranho.

Vera – Não dá para comer primeiro? É que estou a morrer de fome! – perguntei enquanto punha a outra mão na barriga no intuito de fazer parar aquele barulho irritante

Harry – Infelizmente o que tenho para te dizer não é o melhor! – já estava a ficar realmente preocupada o que provocou em mim um misto de emoções bastante forte.

Vera – Ai…Harry o que se passa? – perguntei já impaciente

Harry – Só te digo quando tiveres calma… - aquela conversa estava-me a começar a irritar e o Harry não se descosia!

Vera – Harry Styles fala de uma vez por todas! – exclamei. Ele olhou para mim e sabia que não estava na brincadeira por isso tinha mesmo que falar.

Harry – Tens algum computador aqui? – fiquei confusa com tamanha pergunta mas depressa lhe respondi

Vera – Tenho, está ali em cima da secretária! – ele levantou-se e foi até ao computador. Esteve em frente a ele durante alguns minutos e depois trouxe-o até mim

Harry – Lê!

No ecrã estava uma notícia, no início não estava a perceber o porquê daquilo mas quando li o título tudo fez sentido. “Vera Machado de Lima foge do noivo para Londres”. Só de repetir aquela frase na minha cabeça fazia-me desejar acabar com a pessoa que tinha escrito aquilo. Com o cursor baixei rapidamente a página numa tentativa desesperada de ver se haviam fotos minhas. Como nem tudo poderia ser mau, pelo menos ainda não tinha aparecido com o Harry. Voltei novamente para o início da notícia e comecei a lê-la atentamente. Á medida que lia as palavras escritas naquela folha mais me doía o coração. A minha vida, que tanto fiz para não merecer comentários insultuosos por parte das revistas, estavam a escrutina-la como se não merecesse alguma consideração. Ainda por mais, achavam mal a minha ida para Londres! Como é que esta gente pode achar isto? E ainda para piorar as coisas, tinham contado sobre o casamento! Tinha pedido, quase desesperadamente, para que não se soubesse á família dele e depois fazem-me isto! Quando acabei de ler só me apetecia mandar com o portátil para bem longe de mim! Já não aguentava mais, tinha sido a gota de água! Não queria nem podia continuar a deixar que aquele casamento absurdo fosse para a frente! Estava a sentir-me mesmo muito frustrada que tive de dar um murro bem forte na parede do quarto.

Harry – Fala comigo!

Fechei o computador e coloquei-o no fundo da minha cama. Queria dizer alguma coisa mas nem sabia como nem o que dizer. Fechei os olhos e fui consumida por uma tempestade de emoções. O meu corpo tremia tal e qual como a minha voz. O meu coração estava estático, parado, gélido. Depois de um momento de choque comecei a perceber a grandiosidade do problema e o nome do meu pai apareceu de repente nos meus mais profundos pensamentos. Ao que tudo indica já estão a tratar do assunto para trazer de novo Vera para Portugal… Aquela frase voltou a ecoar ferverosamente nos meus pensamentos e o medo de voltar a Portugal para bem longe do Harry fez-me começar a chorar lentamente!

Harry – Por favor fala comigo…amor!

Quando ele me chamou de “amor”, bem, nem sei explicar o que senti. As palavras são demasiado limitadas e não demonstram os sentimentos que realmente transportam. E não são só as palavras, mas a pessoa que a disse. O Harry estava a proporcionar-me momentos que nunca pensei que pudessem existir. Assustava-me a forma como já não conseguia ver a minha vida sem ele sabendo que o meu pai não demoraria muito tempo a chegar. Assustava-me o facto de não saber se tinha coragem de dizer tudo o que sentia ao meu pai. Assustava-me ainda mais desiludir o Harry com a minha cobardia!

Harry – Queres que te abrace?

Abanei afirmativamente com a cabeça e assim fez. Envolveu-me com os seus braços enormes e puxou-me contra si. Sentia-me protegida, como se houvesse um mundo só nosso. Houve enorme descarga emocional sobre mim que me fez chorar ainda mais. Ele tentava a todo o custo acalmar-me enquanto sussurrava ao meu ouvido “estou aqui contigo...”, ”vai tudo correr bem”. Como gostava de acreditar que tudo ia correr bem… Levantei a cabeça para olhar para ele e qual não foi o meu espanto quando vi algumas lágrimas também no rosto dele. Senti-me ainda mais impotente pelo facto de não saber o que fazer. Elevei a minha mão que tremia como varas verdes e limpei-lhe as lágrimas do rosto. Assim que a mão tocou no rosto, ele fechou os olhos o que me fez arrepiar. Limitei-me a limpa-las e assim que terminei dei-lhe um beijo na bochecha. A respiração dele estava alterada, sabia o que ele queria. Fechei os olhos e beijei-o, no momento em que os meus lábios tocaram nos dele tudo mudou. Ele rapidamente respondeu ao beijo e deixei-me levar pelo momento.

 - Vera! – quebramos o beijo assim que alguém entrou no quarto e chamou-me. Quando ouvi aquela voz desejei mais do que nunca que fosse um pesadelo. Levantei-me num ápice da cama e algo caiu sobre mim. Só consegui ouvir o Harry a chamar por mim e tudo se apagou.
  



Desculpem a demora mas com testes e mais testes tem sido bastante complicado. Não se se está grande coisa porque o fiz um bocado em contra-relógio para não ficarem mais um dia sem o novo capítulo. Os comentários têm sido sensacionais, por isso, quero mesmo agradecer o vosso apoio. Tem sido uma excelente motivação e inspiração!

Obrigada 
Liis


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Informação

Boa noite

Infelizmente a noticia que vos venho trazer não é a melhor, não vou conseguir publicar hoje o novo capitulo. Tentei fazer os possíveis para o ter pronto mas os testes estão a dar-me imensas dores de cabeça. Tanto amanhã como na sexta feira tenho testes importantes que preciso de tirar boa nota. Espero que compreendam...
Para vos compensar posso-vos dizer que no próximo capitulo vai haver bastante confusão e alguém vai sair bastante magoado da história!
Mais uma vez, desculpem por não publicar!

Liis

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Capitulo 24



(Vera)

A minha cabeça estava mesmo pesada. Parecia que estava ressacada ou algo do género. Doía-me imenso também o corpo, estava mesmo engripada para desespero meu. Odiava estar doente porque a Matilde era pior que a minha empregada a perguntar se preciso de alguma coisa! Encostei-me na cabeceira da cama quando a Joana saiu para falar com o Harry.

Matie – Deita-te Vera – disse-me logo com aquela expressão de mãe preocupada que me deixava feliz – se não te deitas levo-te ao hospital! – cedi ao seu pedido pois não queria ir ao hospital. 

Deitei-me novamente e fechei os olhos. Cada vez que o fazia a imagem do beijo ao Harry aparecia nítida na minha mente. Mas não era só a imagem, era o sentimento também, o desejo, o medo e depois o colapso. Aquele silencio horripilante depois de lhe contar tudo sobrepunha ao que tinha sentido antes, o beijo. A dor era tão grande quando se é rejeitada. Quando se ganha coragem, pela primeira vez, para contar algo que nos assombra esperando um gesto de conforto, uma palavra que nos anime e que nos faça esquecer o passado, e depois não é isso que acontece, sentimo-nos vazios! Sem alma e sem vontade de querer mudar o presente. 

Matie – o que é que estás a pensar amor?

Vera – Estou a pensar que o Harry me faz muito mal…


Matie – Não estou a perceber…

Vera – Estou assim porque apanhei chuva mas só fui para debaixo dela porque estou apaixonada pelo Harry e deixei-me levar pelo coração! Por isso, por lógica, estou doente por amor!

Matie – Acho que doente por amor não se fica! Pelo menos acho que a palavra “doente” é de sentido negativo e quando estamos apaixonados, o amor é tudo menos negativo. Vejo o amor como se fosse uma droga, precisamos constantemente dela, dependemos dela para sermos felizes.

Vera – O problema é quando precisamos da droga e não a podemos ter que é o meu caso.

Matie – Ele não te disse que gostava de ti?

Vera – E depois? Vai durar dois meses ou menos e depois volto para Portugal para preparar o magnifico casamento! Não consigo estar numa relação que já tem prazo de validade…

Matie – Como é que já sabes que tem prazo de validade?

Vera – Olha se não tivesse o Harry teria tido alguma reação depois do que lhe contei! Ela apenas permaneceu em silêncio e devia estar a pensar numa maneira simpática para me dizer que tudo tinha acabado mesmo antes de ter começado!

Matie – Olha, eu não quero defender o Harry porque já sabes o que penso. Custa-me imenso ver-te assim a sofrer desta maneira sem poder fazer nada em concreto! Por muito que me custe pensar desta maneira, o Harry podia estar em choque! Eu fiquei em choque quando soube…

Vera – Mas abraçaste-me! Estavas em choque mas o teu gesto valeu por mil e uma palavras. Agora o silencio não!

Matie – Até podes ter razão mas todos nós reagimos de maneira diferente. Viste a reação da Carla, ela até se riu e a Joana só chorava! Temos maneiras diferentes de lidar com os problemas e por vezes achamos que reagimos de uma certa maneira e no final fazemos o oposto!

Vera – Mesmo assim! Precisava de um sinal dele em como me apoiava…ele nem olhou para mim Matilde. Nem olhou! Como é que queres que acredite que há mais alguma coisa para além de uma enorme desilusão…

Matie – Tu sabes que não posso responder a isso! Só ele pode! E por muito que me custe e a ti, vocês têm que falar!

Vera – Só se for para lhe dizer é melhor sermos só amigos!

Matie – Tens a certeza disso? O que é que vais fazer a esse sentimento que te faz arrepiar sempre que olhas para ele? O que é que vais fazer quando ele te tocar na mão fazendo-te desejar que o corpo dele se junto ao teu? Diz-me, o que fazes? E não me venhas com a história de que não é isso que sentes!

Vera – O tempo cura tudo…

Matie – E que tempo é esse que, quando amamos alguém, se transforma numa eternidade?

Vera – Não compliques, por favor, Matie!

Matie – Eu não estou a complicar Vera. Quando voltei para Portugal chateada com o Liam foi a pior decisão que tomei porque me fez sofrer como nunca pensei. Só o facto de pensar que quando chegasse ele não me telefonaria a perguntar se o voo tinha corrido bem, ou para me dizer que já faltava menos um bocadinho para voltarmos a estar juntos, ou para simplesmente ouvir a minha respiração! Eu fechei a porta ao Liam naquele dia e se ele não tivesse aparecido ainda estaria lá a chorar porque não tinha coragem de lhe dizer o quanto precisava dele.

Vera – Matilde…

Matie – E quando estás a dizer que só queres ser amiga do Harry estás a fechar essa porta! Vais sofrer ainda mais, e eu sei do que falo. Como já disse, não defendo o Harry, mas acho que mentires a ti própria e a ele, porque tu ainda não sabes o que realmente ele sente porque fugiste…

Vera – Lá tinha que vir o raspanete…tu já não o fizeste? Quando voltaste para Portugal também fugiste, porque é que hei-de ser diferente?

Matie – Porque eu não quero que cometas os mesmos erros que eu. Eu não vou estar aqui a falar das coisas que não deves fazer quando não me ouves. Vera, faz o que quiseres…

Vera – Isso! Vira-te contra mim…já só faltava isso! Vai-te embora ter com o teu queridinho…

Matie – Estás a ser muito injusta Vera! Eu estou aqui a tentar ajudar-te…eu não te quero obrigar a tomar decisões quando não as queres! Tu sabes que eu te apoio incondicionalmente e é o que vou fazer…sempre!

Vera – Então ajuda-me! Eu não sei o que fazer…estou confusa!

Matie – Eu sei que é lamechas e raramente o digo mas dadas as circunstancias, é o melhor…

Vera – E o que é?

Matie – Ouve o teu coração e segue o caminho que ele te indica sem pestanejar…

Vera – Uau! Que coisinha lamechas mesmo…ahah! Obrigada coisa boa! – ia-me levantar para lhe dar um abraço mas ela não deixou

Matie – Não não! Eu não quero ficar doente…

Vera – Eu a ser querida, a querer dar-te um beijo e um abraço e tu a fugires de mim! És mesmo má!

Matie – Só ás vezes… - ela ficou a olhar para mim e depois inclinou-se sobre mim e abraçou-me – sabes que te adoro não sabes? – sussurrou-me ao ouvido

Vera – Eu também de adoro coisa boa! Obrigada pela paciência e por me tentares enfiar alguma coisa nesta minha cabeça dura…

Matie – É para alguma coisa que somos amigas, é para te dar na cabeça quando precisas e muitos miminhos quando mereces! - entretanto a Joana tinha entrado dentro do carro novamente – então Jo? – a Joana fez sinal para a Matilde se levantar para eu não ouvir a conversa

Entre elas:

Joana – Como é que ela está?

Matie – Mais ou menos…tentei faze-la ver que o melhor é mesmo falar com ele primeiro e só depois tirar as conclusões. Mas sabes como é que ela é…não ouve ninguém! E o Harry?

Joana – Para esses lados também não está fácil. Pelo menos uma coisa ele garantiu, gosta da Vera e não é só por três meses!

Matie – Espero que eles se entendam!

Joana – Então vamos deixar a Vera a sós com o Harry – olhei para a Joana á espera que ela me contasse alguma coisa – e não me olhes assim ó doentinha! Fala com calma e vais ver que tudo se resolve!

Vera – Vocês são mesmo terríveis! E se eu não quiser falar com ele, quem é que me obriga?

Harry – Eu! – o Harry tinha acabado de abrir a porta e rapidamente entrou no quarto sem me dar espaço para o expulsar – meninas deixam-me a sós com ela?

Matie – Claro!

Vera – Meninas! – supliquei que elas me dessem a solução para aquele problema

Joana – Até já!

Elas saíram do quarto e ficamos apenas nós dois. Ele sentou-se na beira da cama o que me fez encolher as pernas e fitou-me. Durante vários minutos foi a única coisa que fez. O olhar intenso dele fazia-me arrepiar e ao mesmo tempo deseja-lo como nunca tinha sentido. Tudo em mim mudava com a presença dele, até a minha pele mudava, estava quase sempre pele de galinha principalmente quando me tocava. Como é que é possível haver uma pessoa que nos faz sentir tantas coisas ao mesmo tempo e com a máxima intensidade? Como é que se explica que os batimentos do coração tão depressa estão numa alta intensidade como no mesmo instante parece que está parado? Não sei explicar…simplesmente sinto! O Harry estava no fundo da minha cama e de um momento para o outro levantou-se e sentou-se mais perto de mim, aonde tinha estado a Matilde. Novamente, a proximidade do corpo dele junto de mim, fez reações estranhas por todo o meu corpo. Desde um formigueiro no estomago até ao ritmo descompassado do coração. Ele tocou com as costas da mão na minha testa, inconscientemente fechei os olhos, como se tivesse a captar uma energia vinda do corpo dele. Ele olhou para o relógio e finalmente falou

Harry – Acho que está na hora de tomares os comprimidos! – ele tirou da caixa, que estava em cima da mesinha de cabeceira, um comprido e deu-me para a mão enquanto com a outra mão ia buscar o copo de água que também se encontrava na mesinha de cabeceira. Levantei-me ligeiramente e engoli o comprimido com a ajuda da água. Fiz uma cara feia assim que engoli pois odiava tomar comprimidos, o que fez provocar um sorriso genuíno por parte dele. Esse sorriso acalmou-me de uma forma inacreditável. Era perfeito o que aquele sorriso me fazia sentir – desculpa! – disse depois de me ter colocado novamente na posição que me encontrava. Fiquei a olhar para ele sem saber o que dizer. O Harry tinha-me agarrado na mão e estava a fazer ligeiras festas com o polegar nas costas da minha mão.  

Vera – Porque é que estás a pedir desculpas?

Harry – Porque é culpa minha estares doente. Se eu não te tivesse pedido para ires para debaixo da chuva nada disto estava a acontecer…

Vera – Não tens culpa nenhuma. Eu fui porque quis, não me obrigaste nem nada do que se pareça – a imagem do beijo voltou á minha mente – preferias que eu não tivesse estado á chuva? – desejei com todas as minhas forças que ele dissesse que não

Harry – Não! Não me arrependo porque foi um dos melhores momentos da minha vida…e tu? Arrependeste-te?

Vera – Por muito que me doa agora a cabeça, porque muito que odeie ter assim o nariz neste estado, não voltava atrás, nunca! – tirei a minha mão da dele – infelizmente a outras coisas que quero esquecer e que não me importava nada de mudar.

Harry – Precisamos de falar sobre o que contaste de seres comprometida…

Vera – A sério? Tens a certeza que queres falar sobre isso…se quiseres podes continuar em silêncio…

Harry – Deixas-me explicar por favor?

Vera – Estou a tapar-te a boca? Não me parece… - ele levantou-se da cama de repente, o que me provocou um susto e começou a passarinhar para a frente e para trás á frente da cama – podes parar, isso irrita!

Harry – Desculpa mas eu não sei como lidar com a situação! – a voz dele demonstrava o desespero em que se encontrava – tento arranjar maneiras de pensar numa solução para o problema mas não consigo! Não sei o que fazer nem sei o que pensar…

Vera – Não estou a perceber…

Harry – Eu não quero que fiques contra o teu pai, não me sentiria bem comigo mesmo se o fizesse! Mas por outro lado não consigo deixar de querer estar contigo, já não consigo estar longe de ti e o simples facto de pensar que podes-te ir embora e ficar com o outro parte-me o coração! E penso novamente no teu pai e na tua família e em como posso estar a destruir algo tão importante como o nosso lar. E não te quero perder mas também não quero que percas uma família…

Ouvi atentamente todas as palavras que ele tinha proferido. Por momentos fiquei estática, não sabia se estava a sonhar ou a ter alucinações. Quando finalmente interiorizei tudo o que tinha dito as lágrimas começaram a escorrer lentamente pela minha face. Levantei-me da cama num impulso que quase me fazia cair dado o meu estado de saúde mais frágil e abracei-o. Não precisava de mais palavras, precisava apenas que ele me abraçasse e foi isso que fez. Os seus braços estavam em redor do meu corpo produzindo uma forte pressão, que não magoava mas sim aliviava, contra o corpo dele. Nunca me tinha sentido tão protegida na minha vida. As lágrimas continuavam a escorrer pela minha cara e a molhar parte da t-shirt do Harry. O abraço foi interrompido quando comecei a espirrar. Olhei para o chão e estava descalça em cima do chão frio, uma combinação nada favorável para alguém que está doente. O Harry apercebeu-se de imediato levantando-me do chão e pondo-me dentro da cama novamente. Cobriu-me com os lençóis e com uma manta que as meninas tinham ido buscar e sentou-se ao meu lado. Aproveitei a oportunidade para deixar a minha almofada e coloquei a cabeça em cima das pernas dele.

Vera – Gostas de mim? – por estar doente estava com medo de estar a interpretar tudo mal por isso necessitava mesmo que ele o dissesse para ter a certeza. Ele colocou uma das mãos por debaixo dos lençóis á procura das minhas e assim que encontrou uma entrelaçou-a na dele.

Harry – Gosto de ti como nunca gostei de ninguém! Nunca te esqueças disso… - fiquei enternecida a olhar para as nossas mãos, aquilo parecia um autentico sonho.

Vera – Ainda nem acredito nisto! Parece um sonho…

Harry – Acredita que é bem real…estamos os dois aqui mesmo!

Vera – Harry…

Harry – Diz

Vera – Em relação ao meu pai e á minha família, tu não vais estragar relação nenhuma pois nunca houve relação alguma. A única pessoa a quem eu podia chamar família era ao mordomo do meu pai que estava encarregue de mim, o Sr. João, esse sim é que eu podia chamar de pai….

Lembrava-me nitidamente e com grande alegria sempre que ele me levava a passear pela serra ou pela praia. Quando ele passava imenso tempo a ajudar-me a montar os puzzles que recebia pelo Natal ou pelos anos. Quando me levava a dar passeios de cavalo ou a ver corridas de fórmula 1. Quando vinha todas as noites ao meu quarto desejar as boas noites enquanto o meu pai muitas das vezes não dormia em casa e quando o fazia nem um beijo me dava. Quando tinha pesadelos era o Sr João, que lhe chamava carinhosamente de avô, que me vinha acalmar. Não critico o meu pai porque não o consigo fazer e muito menos odia-lo pois sei que bem lá no fundo nutre por mim o sentimento de pai. Mas demonstra-o á sua maneira, que nunca irei perceber, mas sei que o faz.

Vera - …por isso não estragas nada. Tenho medo é da reação dele quando lhe contar, de certeza que vai começar logo com os seus sermões e vai-me mandar recambiada para Portugal.

Harry – Não vou deixar que o teu pai te mande para Portugal dessa maneira. Eu falo com ele e explico-lhe que gosto de ti e que não pretendo apoderar-me da tua fortuna.

Vera – Achas que é assim tão simples? Não conheces o meu pai! Ele nem te vai dar oportunidade de falares….

Harry – Pois, o problema e que ele também não me conhece, não desisto assim com tanta facilidade ainda por cima por ti. Nem que percorra todo o mundo e que grite aos sete ventos que gosto de ti.

Vera – Ai meu Deus! Ajudai-me! Porque é que tive de me apaixonar por ti?

Harry – Porque sou irresistível!

Vera – Ahah! Já não te deves ver ao espelho a algum tempo só pode!

Harry – O quê? O meu corpo esbanja para o ar beleza e talento…

Vera – E convencido também…

Harry – Ai que a minha menina já está a ficar boa, só diz disparates!

Vera – Como eu queria tanto! Por falar nisso, desanda da minha cama, sai! – ordenei enquanto tirava a minha cabeça das pernas dele – não me ouviste?

Harry – Eu não acredito que a minha namorada me está a expulsar da cama dela… - comecei a corar ligeiramente, ou melhor, muito, quando ele me chamou namorada – estás a ficar vermelha, deve ser da febre! – o ar dele já era de preocupação mas eu comecei a rir

Vera – Não é da febre Harry – ele olhou para mim confuso e nada convencido com o que tinha dito – foi por tu me teres dito namorada! É isso que somos? Não me lembro de me terem feito essa pergunta…

Harry – Shii! Como é que me fui esquecer desse pormenor…

Vera – Ninguém se esquece desse pormenor Harry Styles, só tu mesmo!

Harry – Espera! – ele levantou-se da cama, aprumou-se, ou melhor, ajeitou a t-shirt – tem que ser um momento solene para recordares para todo o sempre!

Vera – Acredita que já não me vou esquecer do facto de te teres esquecido…mas pronto!

Harry – Ai! Deixa-me terminar… - estava a fazer um esforço enorme para não me rir da figura engraçadíssima que estava a fazer – Vera, prometo aqui e agora, que lutarei por ti contra tudo e todos. Queres ser minha namorada? – não lhe respondi lopgo para o deixar na expectativa – isto até me saiu bem não achas? – já não aguentava mais travar o riso

Vera – Só tu Harry! Só tu para me fazeres rir numa pergunta dessas….

Harry – Fiz-te rir, é um bom sinal não achas? Mas ainda não me respondeste…. – fiz cara séria

Vera – É que eu estou indecisa… - respondi, a expressão facial dele mudou completamente

Harry – Entre quê? – disse a medo

Vera – Entre aceitar e aceitar! O que é que achas que deva escolher? – ele sorriu

Harry – Não sei, eu cá escolhia o primeiro, embora o segundo também seja tentador…

Vera – Ahah! Eu aceito, Harry. Aceito ser tua namorada… - um enorme sorriso formou-se na cara dele e na minha também. Quando se estava a aproximar de mim para me beijar travei-o – Afasta-te!

Harry – Então? Não posso beijar a minha própria namorada agora?

Vera – Não porque ela agora está doentinha e não quer contagiar o seu namorado fofo!

Harry – O namorado não se importa de ficar doente…é por uma boa causa!

Vera – Mesmo assim! Não podes ficar doente com os concertos tão perto…está fora de questão!

Harry – Quer dizer que vamos estar em abstinência?

Vera – Pelo menos até eu ficar melhor!

Harry – Então fica rapidamente porque não sei se vou resistir por muito tempo!

Vera – Vou fazer os possíveis para ficar boa rapidamente! – ele sentou-se no chão ao lado da cama, como era de solteira a cama era bastante baixa, e começou a fazer-me festinhas pelo cabelo e na cara – isso é para quê?

Harry – Normalmente as pessoas curam-se mais rapidamente com miminhos, e é isso que estou a fazer!

Vera – Adoro-te Harry!

Harry – Eu também te adoro muito Vera!



Desde já queria pedir desculpa pela demora mas não foi possível postar mais cedo. Ando cheia de trabalhos e testes, infelizmente!
Espero que tenham gostado. Também queria agradecer os comentários, têm sido fantásticos e uma excelente motivação. Espero não vos desiludir..

Obrigada,
Liis

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Informação

Boa tarde

Queria informar que hoje, em principio, não vou conseguir postar o novo capitulo porque só cheguei agora a casa e vou começar agora a escreve-lo. Vou tentar fazer os possíveis para o postar hoje mas vai ser complicado. Mas amanhã posto de certeza! =)

beijinhos!

Liis